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Monkey Ball, da Solana, levanta US$ 3 milhões

Postado por em 23 de October de 2021 , marcado como

A Monkey Ball e seu grande feito: levantar 3 milhões de dólares em uma única rodada de investimentos. Mas o que isso significa, na prática?

Monkey Ball é um novo jogo arcade, baseado em turnos. O novo play-to-earn arrecadou, em uma única rodada de investimentos e financiamento 3 milhões de dólares. O dinheiro, segundo a desenvolvedora, veio de investidores de risco e, ainda, de anjos.

Enquanto investidores, a desenvolvedora citou a Solana Capital, Youbi, Morningstar, ZBS Capital, dentre outros. Já enquanto anjos, entraram para a lista os fundadores da DraftKings, da Livermore e da IronSource, dentre outros.

Baseado em FIFA Street e, ainda, em Final Fantasy, o jogo pode ser descrito como um mashup dos dois. Nele, cada uma das equipes conta com quatro macacos, cujo objetivo é vencer a outra equipe. Cada usuário ganhará tokens do jogo a cada vitória, que pode ser ganho em estádios, em hospedagem do jogo e até mesmo em torcida organizada.

Essa é uma dinâmica bastante diferente dos outros jogos triplo A que foram lançados recentemente no mercado. O desenvolvimento do jogo fica por conta da plataforma Unity, que permite que se jogue tanto em computadores quanto em mobile.

Os games play-to-earn são uma grande revolução no mercado digital. Isso quer dizer que, na prática, o nível de interação entre o jogo e o jogador sai do ambiente de mera diversão e pode se tornar um negócio.

Assim, não são poucos os jogos que embarcaram nesse mercado, tal como MonkeyBall. Segundo seu diretor de marketing, Oren Langberg, o futuro dos jogos desse tipo ainda não foi lançado. Embora existam sucessos como Axie Infinity e até mesmo Star Atlas, os games realmente populares ainda chegarão.

 

Sobre o MonkeyBall

Existem muitos jogos baseados em cripto no mercado. Mas, no entanto, nenhum oferece a jogabilidade de MonkeyBall.

Baseado na blockchain da Solana, o jogo permite que você não jogue. Assim, destaca-se por uma dinâmica até então inédita. E, sim, é isso mesmo o que você entendeu.

Você pode sim se aventurar no game, no entanto, a ideia é que você desfrute de um jogo bastante realista. Afinal, nem sempre precisamos entrar no jogo para nos divertirmos, certo?

Assim, entrando na onda de e-sports, o game oferece a possibilidade de simplesmente não se jogar. E há um público dedicado apenas a acompanhar partidas de jogos que podem ser jogados também em nossa casa, conforme sabemos.

Dessa forma, basta que o jogador apenas se interesse pelo game. Ele pode ganhar os tokens do jogo também dessa forma, afinal. Basta que ele escolha em seu modo de jogo o que realmente quer fazer. Torcer? Assistir? Jogar? Tanto faz. Assim, há espaço para todos em MonkeyBall.

Por ser integrado com múltiplas plataformas – é possível jogá-lo tanto em desktop quanto em mobile -, o jogo será muito rico nessa experiência ofertada ao usuário.

Dessa forma, se espera um sucesso desde o primeiro momento do seu lançamento. Ainda sem data, no entanto.

Mas vale a pena esperar. Como se sabe, esse tipo de jogo é inédito e pode reservar boas surpresas para o público de games play-to-earn.

O mercado de jogos baseados em blockchain

Além do já aguardado Monkey Ball, o jogador pode se defrontar com diversos outros games play-to-earn.

Veja uma lista deles:

A jogabilidade de Monsta Infinite é bem parecida com o de Axie Infinity.

Nele, os jogadores devem coletar Monstas, que vivem na terra chamada Shani. Lá, poderão treinar as criaturas e entrar em torneios e disputas com elas. Cada luta ganha gera MONI, o token do jogo.

Illuvium é um jogo de exploração, em um mundo aberto. Nele, o jogador irá buscar Illuvials, que são as personagens do jogo.

Tal como em outros jogos desse tipo, cada monstrinho é um NFT. E, assim, cada NFT tem um valor de mercado.

Buscar os Illuvials pode dar um certo trabalho no começo. Mas, seguindo a mesma lógica de jogos como Pokémon, cada um terá um valor específico, que pode ser usado para ganhar outros NFTs em disputas.

Violência e a cerveja METAL coordenam a dinâmica do jogo. Em uma cidade em que robôs descartados formam uma comunidade, o jogo oferece horas de diversão bem pitoresca.

Nele, a lógica do jogo leva o gamer a fazer com que o seu robô entre para uma das gangues de robôs que dominam a comunidade, sempre dispostos a fazer qualquer coisa para achar a cerveja de maior gosto na população: METAL.

No entanto, para encontrá-la, os robôs fazem coisas bastante divertidas, desde correr bêbados até roubar bancos. São horas de diversão certeiras.

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