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Chain Guardians é um novo projeto de metaverso que combinará criptoativos com gamificação

Postado por em 25 de April de 2022 , marcado como

Criado para ser um metaverso totalmente centralizado no usuário, o criptoverso Chain Guardians é um projeto que combina recursos sociais e gamificação como pressupostos para alcançar seus usuários. Com o lançamento do seu criptoverso, a ideia é criar uma mecânica de interações sociais totalmente focadas no usuário, com a possibilidade de, ainda, geração de renda.

O projeto, bastante ousado para os padrões atuais de metaversos e criptoversos, é baseado na tecnologia Unreal Engine 5, que é um dos mecanismos mais rápidos, avançados e, sobretudo, flexíveis para a criação de novos jogos. Isso, certamente, abre portas interessantes para que os próprios usuários possam criar novos games no interior do metaverso, conforme poderemos ver a seguir.

Por enquanto, a mecânica do metaverso que está em processo de desenvolvimento, Chain Guardians, é baseado em um universo criado em 3D, o que torna a sua jogabilidade mais interessante para o usuário, por se tratar de um recurso que mais torna realista o game ali construído.

A ideia do projeto é reunir tanto jogadores quanto empresas focadas na produção de games e recursos que possam fazer com que Chain Guardians se torne um grande ecossistema e uma incubadora para outros projetos, possibilitando vários outros lançamentos em seu interior.

Por enquanto, podemos esperar do criptoverso Chain Guardians também o lançamento de suas lands, que servirão como espaços virtuais cunhados sob o protocolo ERC-721, um dos mais avançados, atualmente, para esse tipo de criação.

Os metaversos se apoiam nas lands sobretudo porque elas possibilitam diferentes criações, como a de espaços exclusivos do usuário.

Isso faz com que seus jogadores realmente possam se apropriar das ideias ali geradas e das possibilidades de vivência desses espaços.

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Chain Guardians traz ao mercado lands que podem ser utilizadas de diferentes maneiras por seus proprietários

As lands de Chain Guardians, tal como ocorre em qualquer outro tipo de metaverso ou criptoverso são o centro de experiência dos seus usuários. Nesses ambientes digitais é possível fazer toda sorte de construção, possibilitando maior interação entre os jogadores, que poderão utilizar esses ambientes como verdadeiros pontos de encontro.

Chain Guardians traz, em sua estrutura de lands, no entanto, algumas inovações. Serão oito ilhas, ou oito zoneamentos, em que será possível adquirir uma land. Além dessas ilhas teremos também um hub central.

Esse hub central, por sua vez, será uma cidade criada pela equipe de desenvolvimento, com uma temática cyberpunk. Ou seja, podemos esperar muito neon nesse espaço – e certamente encontraremos.

Nessa cidade os usuários poderão encontrar outros usuários, participar de eventos específicos do jogo ou, ainda, desfrutar da sua gamificação, de fato. Assim, será possível encontrar missões, realizá-las e, em troca do esforço e dos recursos empenhados, ter como retorno o token desse criptoverso.

Dessa forma, o jogo se torna amigável e receptivo, sobretudo por não ter sido feito apenas para aqueles usuários com capital suficiente para comprar uma land. Assim, será possível desfrutar de toda a mecânica do jogo, mesmo tendo investido apenas em seus NFTs iniciais e não em um território em uma das suas oito ilhas, portanto.

Um dos recursos mais interessantes do game até o momento é o land sharing. Essa é uma proposta que tem por objetivo permitir que os donos de NFTs de lands possam ter uma maior flexibilidade em relação à forma de utilizá-las, monetizá-las e até mesmo de criar estruturas em seu interior.

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Tudo o que você precisa saber sobre a tokenomia do novo projeto de metaverso

Enquanto recurso criptográfico o jogo nos proporcionará o acesso ao token CGG, que também é reconhecido como Chain Guardians token, que poderá ser utilizado como meio de pagamento no jogo.

Por meio dele, os usuários serão pagos pela realização de missões, poderão comprar NFTs de lands ou até mesmo construir diferentes estruturas em seus territórios.

O game contará com o token como um recurso comum a toda a suja construção e também como um elemento para ter acesso aos diferentes eventos que o metaverso planeja para o seu futuro.

Esse token será cunhado por meio do protocolo ERC-20, que o conecta à Polygon, Avalanche e, ainda, à Binance Smart Chain.

Conforme o esperado, além de poder ser utilizado na mecânica do jogo como um todo, ainda poderemos trocar o token do game por nossa moeda fiduciária ou por outros criptoativos.

 

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