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Reforma gerencial no Facebook destaca um time dedicado ao blockchain

Postado por em 9 de maio de 2018 , marcado como , , , , , , ,

A rede social Facebook está lançando uma equipe dedicada a explorar a tecnologia blockchain. A iniciativa é liderada por David Marcus, que estava atuando como vice-presidente da divisão de aplicativos do Messenger. Marcus é também ex-presidente do PayPal.

(Fonte: Facebook)

“Depois de quase quatro anos inacreditavelmente gratificantes conduzindo o Messenger, decidi que era hora de assumir um novo desafio. Estou montando um pequeno grupo para explorar a melhor forma de alavancar o Blockchain no Facebook, começando do zero”, escreveu Marcus na terça-feira (8), em um post em sua página na rede social.

O ex-presidente do PayPal supervisionou grandes mudanças no Messenger, incluindo a decisão de criar um sistema autônomo que permite que os usuários façam o download do aplicativo de forma independente e desvinculado da página do facebook.

Nova credibilidade para o blockahin

A aderência do Facebook ao blockchain renovará a credibilidade no setor de criptomoedas.

Embora o Facebook não crie necessariamente sua preopria criptomoeda, a empresa pode encontrar novos usos para a tecnologia, como o armazenamento de dados criptografados.

Marcus – um antigo defensor das criptomoedas que se juntou ao conselho de administração da Coinbase em dezembro de 2017 – e se reportará ao CTO do Facebook, Mike Schroepfer.

Os novos papeis fazem parte de uma reorganização anunciada na empresa ontem (8), marcando sua maior reestruturação até hoje.

A resignação de Zuckerberg

O fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, declarou sua intenção no início deste mês de pesquisar tecnologias descentralizadas, especificamente as criptomoedas, como parte da sua promessa para “consertar” o Facebook em 2018.

No entanto, a rede social baniu os anúncios relacionados às moedas virtuais e ICOs no início do ano, por “promoverem produtos e serviços financeiros frequentemente associados com práticas promocionais enganosas ou depreciativas”.

O Facebook justificou a medida argumentando que existem “muitas empresas” que anunciam ICOs e criptomoedas, assim como opções binárias, que são fraudulentas.

Fonte: CCN