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O Bitcoin seria inimigo ou solução dos problemas ambientais?

Postado por em 17 de September de 2021 , marcado como

Muitos entendem que o Bitcoin é inimigo do meio ambiente.

Todavia, essa a narrativa está sendo desafiada pela comunidade entusiasta das criptomoedas.

Bitcoin, inimigo ou amigo?

A mineração do Bitcoin está sempre no centro de discussão por parte de alguns ambientalistas.

Porém, um filme novo propõe clarear esses conflitos em relação à importância que o BTC terá por conta dos empenhos mundiais para a prevenção do meio ambiente.

O documentário se chama “This Machine Greens – Bitcoin and the future of clean energy”.

(Esta Máquina Verde – O Bitcoin e o futuro da energia limpa”, em tradução livre para o português)

Jamie King também foi o diretor de uma série de documentários acerca do Bit Torrent “Steal this Film”.

Financiamento coletivo pró Bitcoin

A empreitada atual foi custeada por uma campanha de financiamento coletivo por entusiastas do Bitcoin e pode ser assistida no Youtube.

O filme tem o objetivo de clarear esse debate a respeito dos gastos de energia do Bitcoin sob a perspectiva de que, desde que existe circulação de dinheiro existe gasto de energia por conta disso.

Assim, a ideia é que o BTC tornou-se o mais bem-feito mecanismo financeiro que nós já vimos até hoje.

Por isso, vale a pena gastar energia nele e economizá-la em tantas outras coisas.

O Bitcoin é uma tecnologia que necessita de de energia para assegurar a sua segurança descentralizada.

Inimigos do Bitcoin contra-atacam

Os acusadores do Bitcoin ganharam força com a expulsão dos mineradores da China.

Em geral isso é explicado pelo consumo de energia pelo gasto de energia das fazendas de mineração, e em especial pela conduta confusa de Elon Musk sobre o tema.

O CEO da Tesla, mesmo fazendo investimento em Bitcoin, tanto ele quanto a sua empresa, faz críticas às fontes de energia que são usadas na mineração.

A questão é que, não existem explicações concretas que se usem para ambos os lados, nesta batalha de relatos acerca da degradação ambiental e do Bitcoin.

Sistema bancário é o inimigo e gasta mais energia que o Bitcoin

Um estudo relatou no mês de maio deste ano que confirmou que o sistema bancário gasta duplamente mais energia que o Bitcoin.

É necessário compreender a razão econômica da mineração do BTC para pressupor a probabilidade de que o criptoativo será apto a proporcionar uma revolta ambientalista, além de monetária.

O projeto de Satoshi Nakamoto foi criado organizando um sistema de recompensas.

Assim, existe certa a quantia de energia a ser usada para minerar um bloco e ganhar Bitcoins em troca de serviço efetuado de acordo com o comando tecnológico.

Incentivo para melhor desempenho energético

Todavia, deveria ser bem simples de entender que quanto menos consumo de energia, maiores serão as receitas alcançadas no processo de mineração, visto que a remuneração em Bitcoin é fixa.

Especialmente após a proibição da China aos criptoativos, que submeteu quase metade dos mineradores a se firmarem em outras regiões do mundo, a procura por fontes de energia com gastos baixos ou até mesmo de energia em excesso, transformou-se em uma forma de potencializar os ganhos.

Isso esclarece porque o Texas e o Wyoming foram dois estados escolhidos pelos mineradores que foram expulsos da China.

Os mineradores estão valendo-se das grandes dimensões de gás natural que são expelidas na atmosfera através das plataformas de petróleo para transformar em energia para mineração.

Fora a vantagem econômica, este movimento está começando a colaborar para uma qualidade de vida melhor em relação ao ar e ao meio ambiente.

Assim, a mineração pode acabar com as emissões de carbono buscando melhores fontes de energia, neutralizando-as em um futuro próximo.

Portanto, a narrativa de que o Bitcoin é inimigo do meio ambiente é falsa.

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