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Casos de uso

Conheça o Bloco Chain, bloquinho de carnaval para os fãs de Bitcoin

Postado por em 9 de Fevereiro de 2018 , marcado como , , , , ,

Ah, o carnaval! Uma das festas mais aguardadas do ano. É tempo de vestir a fantasia, deixar solto o gingado e se jogar na folia do Rei Momo. Em São Paulo, onde os bloquinhos de rua estão cada vez mais populares, há espaço para todos os tipos de investidores, digo, foliões, e a novidade desse ano é o Bloco Chain, inspirado na criptomoeda mais bombada da vez.

(Foto: Portal do Bitcoin)

De forma despretensiosa, o bloquinho foi idealizado pelo estudante de Engenharia da Computação Luís Hansen e por Alex Silva que cursa Analise de Desenvolvimento de Sistemas. Enquanto disputavam um jogo no computador, os amigos tiveram a ideia de se fantasiar de Bitcoin e não demorou muito para que a concepção do Bloco Chain se formasse.

Segundo a dupla, no começo a proposta não passava de uma piada. Escolhida a fantasia, eles resolveram pesquisar algum bloquinho com esse tema. Tinham certeza de que já existia, mas foram surpreendidos com a falta de uma proposta parecida e resolveram, então, criar o evento com apenas os dois como participantes.

“A gente não divulgou em lugar nenhum; nem postamos ou compartilhamos, só confirmamos a presença. Só com isso chegamos a 6 mil pessoas interessadas, em menos de 1 semana e só no boca-a-boca”, revelou Luís.

Segure o chain

Não demorou muito para que os interessados no evento e fãs das criptomoedas criassem parodias de marchinhas de carnaval consagradas como: “Ei, você aí, me da um satoshi aí”, “Mamãe eu quero minerar” e “Você pensa que Bitcoin é fiat”. Tem espaço até para o axé baiano dos ano 90 com “Segura o chain, amarra o chain. É blockchain, chain, chain, chain, chain”.

Com a repercussão no Facebook e na mídia, o evento tomou corpo e os organizadores decidiram colocar o bloco na rua. Foram atrás de autorização da prefeitura e de patrocinadores.

“Fechamos com uma patrocinadora e estamos vendo mais duas”, disse Luís. Ele ainda acrescentou que uma empresa muito interessada no começo recuou após a recente queda no preço do Bitcoin. Mas este motivo não enfraqueceu o ritmo do evento. “Estamos indo atrás de outras e vamos ter carro de som, abadás, espetinho e bateria”, declarou Alex.

Agora o Bloco Chain conta com mais de 8 mil interessados e seu desfile ocorrerá pelas ruas da Vila Mariana, no dia 18 de fevereiro das 14 às 18 horas.

Comprar abadá com Bitcoin, pode?

Apesar de grandes entusiastas da criptomoeda, Alex e Luís nunca investiram em Bitcoin. Eles inclusive defendem que a moeda seja um instrumento de troca e não uma commodity. “Era pra ser uma alternativa ao dinheiro tradicional, não um instrumento do mercado, que é como o pessoal está usando”, defende Luís.

Dessa forma, eles garantem que estão estudando as possibilidades para viabilizar a compra do abadá com a criptomoeda. “Já criamos uma carteira e estou vendo um sistema mais seguro para as pessoas comprarem. No dia vamos deixar comprar com Bitcoin e com outras moedas, se calhar”, revela Luís Hansen, que conclui “Pra quem duvidava, a gente vai fazer acontecer”.

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