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Blockchain disruptivo da Pavo pretende melhorar o agronegócio no Brasil

Conteúdo patrocinado publicado em 25 de junho de 2018 , marcado como , , , , , , ,

A medida que a população mundial cresce – estimativas dizem que até 2050 haverá 10 bilhões de pessoas, o que exigirá um salto de 70% na produção de alimentos – a América Latina se prepara ativamente para atender a esta demanda futura.

O Brasil é, particularmente, o líder agrícola regional e não à toa a Pavo apresentou na Blockspot Conference Latam, realizado em São Paulo, sua solução de blockchain e Internet das Coisas (IoT), que visa revolucionar o mundo da produção de alimentos.

Blockchain disruptivo da Pavo pretende melhorar o agronegócio no Brasil

(Foto: Pixabay)

Um relatório recente da Global Harvest Initiative sobre o futuro da produção de alimentos na América Latina e Caribe (ALC) aponta que esta é a região ideal para se tornar o celeiro do mundo.

Ela já é a líder global em produção de alimentos, além de abrigar um terço dos recursos de água natural do mundo e um quarto das terras férteis de médio e alto potencial do planeta.

No relatório, o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, argumenta que:

 “As proezas de exportação da região já estão sendo demonstradas em termos reais, que vão desde o vasta capacidade de irrigação brasileira aos frigoríficos da Argentina e Uruguai. Das pequenas produções de café da América Central, passado pelos campos de aspargos do Peru até os campos de milho do México. Apesar disso tudo, a ALC apenas arranhou a superfície de sua capacidade de produção de alimentos para seu próprio povo e para o mundo como um todo”.

 Soluções tecnológicas para o agronegócio

O crescimento populacional provoca tensões sobre o uso da terra e do meio ambiente, de modo que países como o Brasil estão recorrendo à soluções da AgTech para tratar de questões ambientais – à medida que elas procuram se tornar os maiores produtores de alimentos do mundo.

O Brasil é atualmente um dos maiores exportadores de produtos alimentícios como açúcar, café, castanha, soja e frango, mas também quer ser um pioneiro no desenvolvimento ambiental sustentável.

O país está pronto para assumir a liderança, quando se trata da adoção de tecnologia inovadora, e a Pavo acredita ter a solução ideal que alavancará a indústria agrícola brasileira para o futuro.

A empresa já implementou soluções em fazendas de avelã e amêndoas na Europa e está expandindo para produções de noz na Califórnia, um estado que impõe regulações restritivas de irrigação.

As nozes são notoriamente sensíveis quando são irrigadas e ainda precisam de condições ideais de colheita.

Proceder de forma errada pode ser caro para os produtores, portanto os recursos avançados de análise, como os integrados aos software da Pavo, podem ter um impacto positivo no aumento de produtividade.

Tecnologia blockchain para minimizar o desperdício

O produto inicial da Pavo coleta dados diretamente do campo e processa-os para orientar as decisões dos agricultores quanto às boas condições de cultivo, desde a semente até a irrigação e a colheita.

Eles até desenvolveram um método usando software para prever o rendimento total do avelã, modelando as respostas individuais de cada árvore às condições ambientais locais.

As previsões do modelo são comparadas com os valores do rendimento histórico coletados ao longo de um período de 10 anos.

Essas previsões oferecem um alternativa ao uso retrospectivo de análises e fornecem um método de estimativa que incorpore o impacto das condições climáticas atuais.

Para países da América Latina e do Caribe – como o Brasil, que tem condições de clima e vegetação regionais drasticamente diferentes – esse tipo de análise precisa pode vir a mudar o jogo.

O que torna a Pavo diferente de outros sistemas de gerenciamento agrícola é que sua plataforma integra a tecnologia blockchain, o que significa que agora eles podem oferecer uma solução completa para toda a cadeia de suprimentos.

Jesse Martinez, cofundador da Latino Startup Aliance, uma organização sem fins lucrativos, que apoia empreendedores globais e startups de tecnologia latinas, diz que a Pavo desenvolveu o tipo de plataforma que o setor agrícola está procurando no momento.

“A AgTech representa uma oportunidade de mercado global, com o Brasil sendo o maior exportador de alimentos da América, depois dos EUA. Ao levar a Pavo para o Brasil, isso ajudará a energizar a cultura de startups que está florescendo no país, além de fornecer ferramentas e recursos financeiros muito bem-vindos para a agricultura no país”.

Tecnologia sustentável

(foto: Pixabay)

Outro desafio enfrentado pelos modernos produtores de alimentos é a mudança climática, e os pesquisadores da ALC estão buscando abordar como isso afetará a segurança e a sustentabilidade ambiental.

É aí que as técnicas agrícolas tradicionais podem se cruzar com as soluções AgTech, que apoiam os pequenos agricultores, dando-lhes a oportunidade de continuar a trabalhar cooperativamente e ainda produzir uma colheita de alto valor, argumenta Erhan Cakmak, CEO e cofundador da Pavo.

“Nossa plataforma rastreia as informações e as utiliza para otimizar todo o ciclo de crescimento, garantindo que as medições vitais de cultivo permaneçam dentro dos limites ideais”, comentou ele. Acrescentando que:

“Nossos cientistas de dados fizeram modelagem preditiva que mostra que aumentos significativos de produtividade podem ser alcançados, independentemente da plantação, através da implementação da Pavo em epicentros agrícolas como o Brasil”.

Isso significa que os agricultores locais podem compartilhar e analisar dados a tempo de fazer ajustes para otimizar as condições de cultivo de suas plantações. Além de ajudar a moldar as melhores práticas para a sua região e, talvez, além dela.

Essa tecnologia é dinâmica e permite que os produtores compartilhem conhecimento que sustente a terra em vez de esgota-la.

O sistema da Pavo está impulsionando a AgTech para o próximo nível, mas também é um sistema que pode atender às necessidades sociais, para permitir que pequenas fazendas tenham sucesso ao invés de serem absorvidas por grandes empresas agrícolas industriais.

O poder dos contratos inteligentes

Por integrar a tecnologia blockchain e a IoT em sua plataforma, ela pode fornecer tudo o que o ecossistema agrícola exige em um único aplicativo.

Ele é impulsionado por contratos inteligentes que garantem a conformidade com os requisitos de qualidade, transporte e distribuição do produto. Ao mesmo tempo em que proporciona transações seguras, fáceis e sem a necessidade de dinheiro.

Para pequenos produtores, isso significa pagamentos imediatos, uma vez que as condições do contrato tenham sido cumpridas.

A plataforma reduz a necessidade de intermediários regionais, uma vez que o contrato inteligente também garante que os regulamentos jurisdicionais sejam cumpridos antes que os pagamentos sejam feitos.

De fato, a Pavor estreia cada etapa do processo, do envio a entrega, incluindo protocolos de pulverização, custos com mão de obra assim como condições de remessa.

Quaisquer alterações dos contratos originais são rastreáveis e todas essas informações podem ser analisadas por produtores que podem calibrar para qualquer condição ao longo de cada processo.

É o tipo de tecnologia que tem o potencial de ajudar os agricultores a intensificar a produção de alimentos sem extinguir o uso da terra ou destruir os meios de subsistência de pequenos produtores, o que é vital para o Brasil e outros países da ALC.

A Pavo está atualmente na segunda fase de pré-venda pública, que continuará até o dia 06 de agosto de 2018, com um bônus de 33%.

Sua ICO principal começa no dia 7 de agosto e será finalizada em 15 de setembro, com bônus decrescente disponíveis.

Se quiser saber mais sobre a Pavo, por favor acesse Pavocoin.com.

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