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Investimentos

47% dos sul-africanos planejam investir em criptomoedas, indica pesquisa

Postado por em 14 de Maio de 2018 , marcado como , , , , , , ,

A África do Sul tem a economia financeira mais sofisticada do continente africano e apesar das preocupações regulatórias, seus cidadãos estão cada vez mais inclinados à ideia de investir e negociar criptomoedas.

(Foto: Pixabay)

A pesquisa MyBroadband Cryptocurrency 2018 –concluída em abril – revela que mesmo os sul africano que nunca tiveram contato com as criptomoedas planejam investir nesse ativo – seja comprando diretamente ou aderindo a mineração de moedas digitais, por exemplo.

“Dos entrevistados que não têm ou nunca possuíram criptomoedas, quase 50% disseram que planejam investir em algum aspecto desse ecossistema”, informou o site de notícias MyBroadband.

Vários outros nativos interessados em tecnologia que responderam à pesquisa revelaram que estão planejando comprar tokens, apesar de nunca terem investido na área.

Os valor geral do Bitcoin e do Ethereum dispararam em dezembro de 2017, antes de alcançarem o patamar mais baixo no começo de 2018. Isso porque os preços das criptomoedas são suscetíveis ao desenvolvimento e questões regulatórias em todo o mundo.

Cerca de 25% dos entrevistados da pesquisa MyBroadband planejam “investir em criptomoedas”, enquanto que “15% investirão em criptomoedas e mineração”, já outros 7% pretendem focar na mineração de moedas digitais.

Cliffe Dekker Hofmeyer ponderou que as medidas recentes tomadas pela Autoridade Tributária da África do Sul (SARS) de tributar as criptomoedas foi “antecipada” devido à “crescente popularidade e após a ausência de legislação relativa à tributação e regulamentação” das moedas virtuais.

Reportagens sugerem que o comércio de criptomoedas está em alta na África do Sul, com alguns restaurantes e empresas já aceitando as moedas digitais para pagamentos.

Zimbábue bane criptomoedas

Em contraste com a África do Sul, o também africano Zimbábue, tem evitado reconhecer o comércio de Bitcoin, apesar de as criptomoedas ajudarem cada vez mais a liquidez e a escassez de moedas estrangeira para transações internacionais.

Com a justificativa de “salvaguardar a integridade, segurança e liquidez do sistema financeiro nacional”, o Banco Central do Zimbábue proibiu que as instituições bancarias do país processem transações com criptomoedas para comerciantes e investidores.

Devido ao crescente interesse da população, a decisão provocou debate no Zimbábue.

Segundo a Golix, maior plataforma de troca de criptomoedas do país a decisão segue o exemplo de outros “reguladores financeiros em todo o mundo que identificaram os perigos apresentados pelas moedas virtuais à estabilidade financeira; que incluem riscos de perda e volatilidade, roubo e fraude, lavagem de dinheiro e outras atividades criminosas”.

Fonte: CCN

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