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Na Coreia do Sul, os maiores investidores em criptomoedas têm 20 anos

Postado por em 12 de março de 2018 , marcado como , , , , ,

Segundo a agência de notícias sul-coreana, Yonhap, os principais investidores em criptomoedas no país têm aproximadamente 20 anos. O resultado não é uma surpresa e corrobora com a ideia de que as gerações mais novas preferem investir nessa nova indústria em detrimento das ações e títulos tradicionais.

Geração y e z

(Foto: Pixabay)

A Fundação de Proteção ao Investidor Financeiro da Coreia entrevistou 2.530 pessoas entre 25 e 64 anos. Dos investidores em criptomoedas, 22,7% possuem 20 anos; seguidos pelos compradores de 30 anos, que correspondem a 19,3%.

Os que menos investem nessa modalidade virtual são as pessoas na faixa dos 60 anos, com 10,5%, e 50 anos correspondentes a 8,2% do total.

No entanto, os compradores de 60 anos foram os que aplicaram um maior montante de dinheiro, o equivalente a US$ 6.119 milhões. Em comparação, os jovens investidores de 20 anos despenderam 2.724 milhões de dólares.

Na avaliação geral, 70,2% dos entrevistados compraram criptomoedas como um meio de investimento, enquanto que 34,1% utilizam o ativo para pagar bens e serviços.

Outros exemplos espalhados pelo mundo

Além da Coreia do Sul, a empresa de capital de risco Blockchain Capital, entrevistou mais de 2 mil residentes dos EUA, entre 18 e 34 anos, em novembro de 2017.

O resultado mostrou que 30% “prefere investir mil dólares em Bitcoin do que os mesmos mil dólares em ações ou títulos do governo”, mas apenas 2% deles já tinham, de fato, mergulhado no mar das criptomoedas.

O diretor-geral da Blockchain Capital, Spence Bogart, disse que “o resultado da pesquisa reforça nossa convicção na massiva oportunidade que está à frente do Bitcoin”.

Outra pesquisa realizada em dezembro de 2017, pela London Block – uma exchange de crioptomoedas com sede na Inglaterra – mostrou que dos 2 mil britânicos abordados, 5% deles, com menos de 45 anos, se declararam investidores de criptomoedas.

A pesquisa ainda aponta que 11% desejam investir em criptomoedas neste ano. 2018 será também o momento em que 1/3 dos milênios investirão em criptomoedas.

A vez dos milênios

Assim, os milênios mostram uma abordagem diferente em relação ao investimento, se compararmos com a geração anterior. Um jovem de 35 anos nos anos 90 estaria, provavelmente, voltado para comprar imóveis e previdência privada, por exemplo.

Mas um jovem com 35 anos hoje, planeja colocar mais dinheiro em fundos descentralizados de investimento, como o próprio Bitcoin, Ethereum, ou contribuir com as ICOs.

Analistas até disseram que as pessoas estão escolhendo Bitcoin no lugar do ouro. O pronunciamento de Phillip Streble, do RJO Futures, exemplifica bem esse novo cenário. “Bitcoin roubou uma grande quota de mercado do ouro”, disse ele no ano passado.

Lançando alguma luz sobre este tópico, o especialista em criptomoedas, Garrick Hileman, explicou que “os milênios tiveram seus primeiros rendimentos durante a crise financeira de 2008 e, por isso, muito não confiam plenamente nos serviços financeiros tradicionais ou no sistema em que operam”.

Fonte: CCN

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