Casos de uso

Companhias de ônibus brasileiras passam a aceitar pagamentos com Bitcoin e outras criptomoedas

Postado por em 11 de junho de 2018 , marcado como , , , , , ,

As companhias de ônibus Brasil Sul e Viação Garcia adicionaram em seus sites a possibilidade do usuário comprar passagens online através de criptomoedas.

(Foto: Pixabay)

As empresas, que integram o Grupo GBS, se declararam a primeira associação de transportes de passageiros do país “a aceitar esse sistema digital de moeda descentralizada como pagamento”.

Em um primeiro momento, o grupo receberá apenas Bitcoin (BTC) por ser “a moeda mais conhecida hoje no mercado”. Mas a previsão é que até julho outras criptomoedas sejam aceitas. Serão elas BitcoinCash e Litecoin.

Fundada em 1934, a Viação Garcia é uma das cinco maiores e mais tradicionais empresas de transportes do Brasil. A companhia conta com uma frota de mais de 800 ônibus e 5,5 milhões de quilômetros rodados por mês, ou como o próprio site destaca, “mais de 120 voltas ao redor da terra”.

Já a Brasil Sul, se apresenta como uma das mais modernas companhias de transporte rodoviário do país e nasceu em 2004.

Comprando com Bitcoin

Para efetuar a compra com Bitcoin, as empresas instruem o cliente a acessar o site oficial e seguir normalmente o processo de aquisição do bilhete online. No momento de optar pelo pagamento, o usuário deverá escolher a opção com cartão de crédito ou Bitcoin.

Escolhendo a opção “Bitcoin”, o cliente deve acessar sua carteira virtual e escanear o código que aparece na tela do site. Após essa etapa é só confirmar e a compra se realiza.

Um voucher será enviado para o e-mail do cliente com a confirmação do pagamento e o comprovante de embarque.

Estefano Boiko Junior, vice-presidente do Grupo GBS, enfatizou, para o Cripto Tendências, que o setor de transportes deve acompanhar as evoluções financeiras mundiais.

Segundo ele “As criptomoedas representam mudanças nas relações financeiras. Muitas das operações econômicas e comerciais estão migrando para o mundo digital e com o segmento de transportes rodoviários de passageiros não poderia ser diferente”.

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